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Latas de cerveja Asahi e outras marcas japonesas empilhadas na prateleira de um supermercado.
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Asahi, cerveja e cibersegurança: A lição da NIS2 que o Japão nos ensina

O Japão enfrenta prateleiras vazias de sua cerveja mais popular, a Asahi Super Dry. O motivo não é uma greve nem um problema de produção, mas um ataque cibernético que paralisou completamente seu sistema de pedidos e entregas. A tentativa de voltar ao papel fracassou. A paralisia é total.

Este incidente é muito mais do que uma anedota curiosa sobre cerveja; é um alerta crítico para as empresas de todo o mundo, especialmente na Europa.

A lição da Asahi: A cadeia de suprimentos é o alvo

O caso da Asahi demonstra que o objetivo de um ataque cibernético moderno não é apenas roubar dados, mas interromper a operação. Os invasores sabem que paralisar a logística e a distribuição de uma empresa pode ser mais devastador e lucrativo do que qualquer vazamento de informação.

 

Enquanto o Japão enfrenta as consequências de uma cadeia de suprimentos rompida, na Europa uma nova diretiva busca prevenir exatamente isso: a NIS2.

NIS2 e o foco na resiliência operacional

A diretiva NIS2 não é apenas mais uma regulamentação de TI. É uma norma de continuidade de negócios que obriga as empresas de setores essenciais (e seus fornecedores) a garantir a resiliência de suas operações. Já não basta ter um firewall; é preciso demonstrar que se tem uma estratégia robusta para gerenciar os riscos em toda a cadeia de suprimentos.

O veredito: O verdadeiro problema não é tecnológico, é humano

Os especialistas apontam um ataque de ransomware como a causa mais provável do desastre da Asahi. E a porta de entrada da maioria desses ataques continua sendo a mesma: um erro humano, um clique em um link de phishing, uma credencial comprometida.

 

É aqui que a lição do Japão se conecta com as exigências da NIS2. A diretiva obriga as organizações a implementar políticas de gestão de riscos, e o treinamento e a conscientização do pessoal são um pilar fundamental dessa gestão.

 

Para cumprir com a NIS2 e evitar um "caso Asahi", as empresas precisam construir um Firewall Humano.

 

Plataformas como a Guardey são a resposta para este desafio. Através de microlearning, gamificação e simulações de phishing contínuas, o colaborador é transformado de um risco a um sensor de detecção ativo. Não é um treinamento anual que se esquece; é a criação de uma cultura de segurança que protege a operação todos os dias.

 

A pergunta que todo executivo na Europa deveria se fazer hoje não é se seu firewall está atualizado, mas sim: minha equipe está preparada para não ser a próxima Asahi?

 

Não espere que sua operação pare. Descubra como a Guardey pode ajudá-lo a cumprir com a NIS2 e a construir seu Firewall Humano. Solicite uma demonstração de 15 minutos hoje mesmo.

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Desde 1954, temos o orgulho de oferecer um serviço personalizado para empresas de todos os tamanhos. Essa dedicação nos possibilitou expandir nossas operações da Espanha para Portugal, Brasil, toda a América Latina e África. Nosso objetivo é auxiliar no crescimento de nossos clientes, fornecendo soluções inovadoras.

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