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Close-up de uma chave antiga e ornamentada, iluminada por um halo de luz iridescente, simbolizando uma chave mestra digital.
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Guia para implementar MFA e SSO em ambientes híbridos

Continuamos com nossa série do Mês da Cibersegurança. Com a base já estabelecida, é hora de adicionar a próxima camada crítica de proteção: a gestão de identidades e acessos.

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A senha morreu. Viva a senha. Este mantra, repetido por anos na indústria de TI, reflete uma verdade incômoda: embora saibamos que as senhas sozinhas são insuficientes, continuamos dependendo delas.

As soluções são bem conhecidas — Autenticação Multifator (MFA) e Single Sign-On (SSO) —, mas sua implementação frequentemente cria um novo problema: o atrito.

O dilema: Segurança vs. produtividade

Para um administrador de TI, o desafio é constante. Você implementa uma política de MFA rigorosa e os usuários reclamam que perdem tempo validando sua identidade em cada login. Você implanta um SSO para uma aplicação, mas continua gerenciando senhas locais para outra. O resultado é um mosaico de "soluções" que, em vez de simplificar, complicam a vida tanto do usuário quanto da equipe de TI, abrindo a porta para o Shadow IT.

 

O problema não são as ferramentas, mas a fragmentação. Cada solução de acesso opera como uma ilha, criando silos de identidades que são ineficientes e, em última análise, inseguros. A resposta não é adicionar mais ferramentas, mas sim uma que unifique todas.

Os pilares de um acesso moderno e sem atrito

Uma estratégia de acesso moderna se baseia em três pilares que devem funcionar em perfeita harmonia:

 

1. SSO (Single Sign-On): A promessa é simples. Uma única identidade e uma única senha segura para que os usuários acessem todas as suas ferramentas de trabalho, seja na nuvem ou na rede local. Menos senhas para lembrar significa menos senhas fracas.

 

2. MFA adaptativo: Nem todo MFA precisa ser uma interrupção. O MFA moderno é inteligente. Ele pode isentar da verificação se o usuário se conecta de um dispositivo confiável, em um local conhecido e em um horário habitual, mas exigi-la diante de qualquer sinal de risco. Segurança sem sacrificar a agilidade.

 

3. Gestão centralizada: O verdadeiro poder reside em gerenciar tudo a partir de um único console. Políticas de acesso, requisitos de MFA, provisionamento de usuários e controle de dispositivos (Windows, Mac e Linux), tudo em um só lugar.

 

É aqui que uma plataforma de diretório na nuvem como o JumpCloud redefine as regras do jogo, integrando SSO, MFA adaptativo e MDM em uma única solução. Para o usuário, a experiência é fluida. Para a equipe de TI, a gestão é drasticamente simplificada.

 

A cibersegurança não precisa ser uma batalha entre proteção e produtividade. Descubra como unificar sua gestão de identidades pode fortalecer sua segurança e, ao mesmo tempo, facilitar a vida da sua equipe.

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